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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Economia

País fecha 945 mil vagas de emprego no acumulado do ano até novembro

Em novembro, foram eliminados 130,6 mil postos com carteira assinada.
Em 12 meses, houve perda de 1,52 milhão, segundo Ministério do Trabalho.

As demissões superaram as contratações em 130.629 vagas em novembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgadas nesta sexta-feira (18) pelo Ministério do Trabalho. Este foi o oitavo mês seguido de fechamento de vagas formais.
VAGAS CRIADAS E PERDIDAS
Em milhares, por mês
8,4-555,5-81,8-2,419,3-97,8-115,6-111,2-157,9-86,5-95,6-169,1-130,6nov/14dez/14jan/15fev/15mar/15abr/15mai/15jun/15jul/15ago/15set/15out/15nov/15-600-500-400-300-200-1000100
Fonte: Ministério do Trabalho
O resultado de novembro foi o pior para este mês desde o início da série histórica, em 1992. Até então, o pior resultado para meses de setembro havia sido registrado em 1998 – com 118.412 vagas fechadas.
No acumulado do ano, até novembro, foram fechados 945.363 postos com carteira assinada. Com isso, o número de vagas perdidas em 2015 já supera o total de vagas criadas em 2014 (938.043).
Já nos últimos 12 meses, o número de postos eliminados chega a 1,52 milhão.
Com a redução de vagas formais, o número de trabalhadores com carteira assinada, em todo o país, também tem recuado. No fim de novembro de 2014, um ano atrás, 41,78 milhões de pessoas tinham emprego com carteira no Brasil. No mês passado, o número de trabalhadores empregados já tinha recuado para 40,26 milhões – o menor patamar desde março de 2013.
Na véspera, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a taxa de desemprego no Brasil recuou para 7,5% em novembro, abaixo da desocupação registrada no mês anterior, de 7,9%. Esse, porém, é o maior índice para o mês desde novembro de 2008, quando chegou a 7,6%.
Setores
O comércio foi o único setor da economia que contratou mais do que demitiu em novembro, com a criação de 52.592 postos de trabalho. No acumulado no ano, entretanto, o setor eliminou 183 mil vagas.
A indústria de transformação foi quem mais demitiu em novembro, com o corte de 77.341 vagas. Construção civil perdeu 55.585 empregos formais, serviços, 23.312 e agropecuária, 21.969.
ESTOQUE DE EMPREGO FORMAL
Em milhares, meses de novembro
36.66738.67640.14941.29241.78840.260nov/2010nov/2011nov/2012nov/2013nov/2014nov/20150k10k20k30k40k50k
Fonte: Ministério do Trabalho
No acumulado em 11 meses, a indústria lidera os cortes, com a perda de 414 mil vagas. Na sequência, estão a construção civl (-309 mil), comércio (-183 mil) e serviços (-97 mil).
Os únicos setores que elevaram o número de trabalhadores com carteira assinada no ano foram agricultura (+ 68 mil) e administração pública (- 9 mil).
Regiões do país
Houve fechamento de vagas em todas as regiões do país em novembro. No mês passado, o Sudeste registrou o pior resultado, com 59.337 vagas a menos.
No Sul, foram cortados 16.402 postos, enquanto o Nordeste registrou perda de 15.949 empregos com carteira assinada. Já na região Centro-Oeste e Norte, respectivamente, foram demitidos 15.832 trabalhadores e 23.109 empregados com carteira assinada em outubro, segundo o Ministério do Trabalho.
Os estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás foram os que mais fecharam vagas no mês, com um saldo de demissões de 32.291; 18.734 e 11.905, respectivamente.
No ano, os estados que mais demitiram foram São Paulo (-254 mil), Rio de Janeiro (-134,7 mil) e Minas Gerais (-131,2 mil). O único estado em que as contratações superaram as demissões foi o Piauí, com a criação de 755 vagas.
Fonte (G1).

domingo, 8 de novembro de 2015

Economia

Tá sentindo a crise apertar? Pare de reclamar e comece a agir!

Um dos efeitos mais singulares do aumento na expectativa de vida foi criar um estado de letargia social, com pessoas individualistas e omissas diante de um cenário cada vez mais difícil e complexo. Viver mais talvez tenha eliminado o senso de urgência em melhorar as coisas para justamente, viver com mais qualidade.
Imagem da Internet
Não é por falta de consciência, afinal vemos pessoas reclamarem da crise em todos os lugares. Cidadãos indignados manifestam seu sentimento através de postagens nas redes sociais ou batem panelas em suas janelas enquanto piscam a luz de suas residências, tentando assim, demostrar que não estão contentes com o cenário.
O mais inacreditável é perceber que essas mesmas pessoas sabem que esse tipo de atitude, não tem efeito nenhum sobre a realidade. Mesmo assim, se contentam a fazer apenas isso, como se “estivessem fazendo sua parte” no complexo jogo social.
Essa mediocridade de pensamento só facilita as coisas para quem, de fato, está fazendo algo – os políticos. O problema é que eles lutam entre si para preservar seus interesses pessoais, trocando acusações e fazendo coisas que possam melhorar sua posição no jogo e se possível, ainda destruam seu oponente. Agem como se não tivessem nada a ver com o problema, esquecendo que é justamente esse “jogo de poder” que paralisou completamente as instituições.
Acrescente a esse cenário, uma geração de jovens brilhantes, estimulados por uma abundância de informações na internet, absolutamente conectados e globalizados, mas que teimam em apenas reclamar sobre as dificuldades das coisas, criticando com argumentos bem fundamentados, todas as decisões tomadas. Agem como espectadores de um cenário que não se sentem responsáveis, pois não foram eles que criaram todos os problemas que estão ai.
A crise está se agravando a cada dia justamente porque só há reclamações e poucas atitudes.
Até quando iremos esperar para agir? Até quando permitiremos que os políticos paralisem as instituições? E principalmente, quando o jovem irá “entrar seriamente no jogo” e usar todo seu talento para efetivamente fazer algo que possa significar uma verdadeira ruptura?
São perguntas genuínas e que devem ser respondidas por cada um, mas quero deixar uma provocação especial para aqueles que são mais jovens.
Se você tem menos de 30 anos, certamente essa é a sua primeira crise e pode acreditar, ela é muito grave. Contudo, não é a maior crise que já experimentamos no Brasil. Isso significa que, se não houver rupturas, pode piorar muito ainda. Quem tem mais idade sabe disso.
Se você tem menos de 30 anos, sabe que não tem culpa pela crise. Entretanto, é justamente você que irá sentir os maiores efeitos negativos, principalmente porque ainda não é totalmente independente e suas possibilidades diminuem muito a cada ano que passa. Você já percebeu isso!
Se você tem menos de 30 anos também já sabe que tem, no mínimo, mais de 70 anos pela frente e viver em um cenário de crise só irá tornar sua vida mais difícil, pois irá depender somente de você. Toda ajuda que teve até agora não se repetirá daqui pra frente, pois até seus pais estão sofrendo com os efeitos da crise.
Se você tem menos de 30 anos, certamente pertence a mais brilhante geração de profissionais que o Brasil já teve, pois estudou mais e desenvolveu habilidades melhores. Tem mais energia, é mais rápido e tem muito mais informações e referências que qualquer outra geração de jovens.
Saiba então, que a crise só será superada por quem tiver atitude. Afinal, tudo que está aí, bom ou ruim, certo ou errado, foi feito pelos veteranos, que nas crises anteriores fizeram alguma coisa e eles só abrirão espaço para o jovem que estiver disposto a fazer algo mais do que reclamar.
Se você tem menos que 30 anos tenho um conselho, não espere que os veteranos consertem as coisas, tomem a frente e os superem com novas ideias e principalmente com atitude!
Fonte: Exame.com

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Economia

Indústria tem queda de 9% sobre agosto de 2014, a maior desde 2003


A produção da indústria nacional caiu pelo terceiro mês seguido. Em agosto, na comparação com julho, o recuo foi de 1,2%, o maior para o mês desde 2011. Com esse resultado, o setor acumula queda de 6,9% no ano e de 5,7% em 12 meses.

Já na comparação anual, contra agosto de 2014, a atividade fabril caiu 9%, a maior baixa nessa base de comparação (agosto contra agosto) da série histórica do IBGE, que teve início em 2003. A maioria dos setores analisados mostrou resultados negativos. O mais expressivo partiu dos veículos automotores, reboques e carrocerias, que registraram queda foi 26,2% na produção.
Os números foram divulgados nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“A indústria, nesse momento, opera 15% abaixo do nível mais alto da série, alcançado em junho de 2013. A indústria em termos de patamar, é algo similar ao que se tinha em termos de produção em 2009. E naquele ano de 2009, o fechamento do ano teve recuo de 7,1%”, analisou André Luiz Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.
Fonte(G1)

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Novos cortes e aumentos de impostos

Governo anuncia novos cortes e aumentos de impostos
O governo federal anunciou hoje um ajuste de R$ 64,9 bilhões no Orçamento de 2016 entre corte de gastos e aumento de receita, número antecipado pela Reuters.
Imagem da Internet
O objetivo do governo é reverter o déficit primário apresentado inicialmente na proposta orçamentária de 2016 (de R$ 30,5 bilhões, ou 0,5% do PIB) e garantir um superávit primário equivalente a 0,7% do PIB.
As medidas para atingir um saldo primário de R$ 34,4 bilhões incluem cortes no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e no Minha Casa, Minha Vida, revisão de benefícios para setores e a volta da CPMF.
São R$ 26 bilhões em cortes, R$ 5,9 bilhões em receita pela "redução do gasto tributário", R$ 6 bilhões em realocação de fontes de receita e R$ 28,4 bilhões em novas medidas arrecadatórias.
Com o anúncio, o dólar está tendo sua maior queda em um mês, de volta para R$ 3,81.
Gastos
R$ 26 bilhões são em cortes. Foram anunciados adiamento do reajuste de servidores (corte de R$ 7 bilhões), suspensão de concursos públicos (corte de R$ 1,5 bilhão) e eliminação do abono de permanência (corte de R$ 1,2 bilhão).
Também serão feitas renegociação de contratos (corte de R$ 1,6 bilhão), estabelecidos limites para gastos com servidores (corte de R$ 0,2 bilhão), além de redução de ministérios e de cargos de confiança.
O Minha Casa Minha Vida terá corte de R$ 4,8 bilhões, com proposta de redirecionamento de recursos do FGTS para cobrir o buraco.
Há também previsão de redução de R$ 3,8 bilhões nos gastos discricionários do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com a proposta de que este valor seja compensado pelo redirecionamento do gasto com emendas parlamentares obrigatórias já previstas no Orçamento.
Outra redução é no R$ 3,8 bilhões nas despesas discricionárias com saúde, seguindo o mínimo constitucional com o redirecionamento do gasto obrigatório de emendas parlamentares individuais para os programas prioritários do ministério.
O gasto com subvenção de garantia de preços agrícolas seria revisado dos R$ 1,1 bilhão previstos para R$ 600 milhões, a média dos últimos 4 anos.
Tabela mostra gastos que serão cortados pelo governo.
© Foto: Exame.com / Tabela mostra gastos que serão cortados pelo governo.
Receitas
Falando em seguida, o ministro da Fazenda Joaquim Levy citou medidas de "redução do gasto tributário", com revisão de benefícios para setores específicos, o que traz um ganho de R$ 5,8 bilhões de receita.
No caso do Reintegra, para exportadores, há ganho para o governo de R$ 2 bilhões com revisões. A redução de benefícios de PIS/Cofins para a indústria química traz R$ 0,8 bilhão e o aumento da CSLL para juros sobre capital próprio traz R$ 1,1 bilhão.
Está prevista uma redução temporária de 30% no repasse das alíquotas para o Sistema S e Sebrae nos próximos 4 anos, gerando R$ 6 bilhoes para o governo em 2016. É uma "nova fonte para a previdência sem aumento da carga tributária", disse Levy.
A volta da CPMF foi incluída conjuntamente com uma redução do IOF, o que traz R$ 32 bilhões em arrecadação. Levy mencionou um vigência para o imposto de 4 anos destinada integralmente para diminuir o déficit da Previdência Social.
O ministro Barbosa disse que o governo está enfrentando a questão do déficit de Previdência e citou como prova a revisão das regras de pensão por morte já aprovadas.
Também foi proposta uma tributação progressiva sobre ganho de capital, com ganho previsto de R$ 1,8 bilhão no ano que vem. A revisão de projeções macroeconômicas para baixo significou R$ 5,5 bilhões a menos em receita em 2016, o que também entrou na conta.
No início da apresentação, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse que as medidas já anunciadas ao longo de 2015 (antes desta segunda-feira) já obtiveram um ganho nas contas públicas federais de R$ 134 bilhões e que 81% do ganho no resultado primário do ano foi pelo lado do gasto.
Ele lembrou que 65% do gasto primário do governo é em dois itens: previdência e pessoal. Além disso, 90% do total do Orçamento é gasto garantido por lei, o que deixa R$ 115 bilhões disponíveis para manejamento.
O ministro encerrou a coletiva dizendo que o governo "tem todos os instrumentos necessários" para enfrentar as dificuldades e está propondo medidas que façam isso de forma equilibrada, mas depende da colaboração do Congresso "como é natural e desejável em qualquer democracia".
Fonte: 

sábado, 5 de setembro de 2015

Economia de produção

Produção de veículos cai 18,2% no mês de Agosto.

A produção de automóveis, comerciais leves (picapes e furgões), caminhões e ônibus caiu 18,2% em agosto, na comparação com o mesmo período do ano passado, informou nesta sexta-feira (4) a associação das fabricantes de veículos, Anfavea. 
Em agosto deste ano, foram fabricados 216.465 veículos, contra 264.626 unidades no mesmo mês de 2014. Comparando com julho de 2015, o recuo foi menor, de 3,5%. Naquele mês, foram montados 224.252 carros, caminhões e ônibus.
De janeiro a agosto, 1.730.708 veículos saíram das fábricas, um volume 16,9% menor do que no mesmo período de 2014.
Estoque ainda é alto
A queda na produção é resultado de medidas das empresas para reduzir o volume por causa da baixa nas vendas no mercado brasileiro.
Produção vai continuar
caindo em setembro e
em outubro, prevê a Anfavea
Os licenciamentos caíram 23,9% em agosto, na comparação anual, o que já havia sido adiantado pela Fenabrave na última quarta-feira (2). Na comparação mensal, o recuo foi de 8,9%.
"Parte da queda (na produção) se deve ao ajuste de estoque", diz o presidente da Anfavea, Luiz Moan. Mesmo assim, o estoque de veículos em pátios e lojas subiu para 52 dias. Por isso, o executivo acredita que a produção continuará reduzida em setembro e outubro.
Trabalhadores parados
Para frear a produção, as montadoras lançam mão de medidas como férias coletivas e lay-off, que é a suspensão temporária de contratos por até 5 meses. Segundo a Anfavea, 27,4 mil funcionários de montadoras estarão em férias coletivas ou lay-off em setembro.
27,4 mil funcionários de montadoras estarão em férias coletivas ou lay-off em setembro
Ford, por exemplo, vai parar a produção em São Bernardo do Campo (SP) por determinados períodos neste mês de setembro. A Fiat tem 3 mil funcionários parados em Betim (MG) desde o último dia 24, e eles só voltam no próximo dia 14.
Em agosto, a indústria automotiva empregava 134.312 pessoas, quase 10% a menos que 1 ano antes e 1% a menos que em julho. O nível de emprego no setor continua o mais baixo desde 2012, que é de quando são os dados mais antigos, e revisados, da Anfavea.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Economia

Projetos garantem retomada da economia e dos empregos

A partir de uma série de ações do governo federal, o Brasil projeta um cenário de avanços para as áreas de Infraestrutura, Comércio Exterior, Economia, Agricultura e Saúde

Imagem do Portal Brasil
No próximo mês, será lançada a terceira etapa do Minha Casa Minha Vida, para proporcionar moradias às famílias com renda entre R$ 1,2 mil e R$ 2,4 mil. A meta é construir mais de três milhões de unidades até 2018.
Na área de transportes, o Brasil receberá nos próximos anos investimentos de R$ 198,4 bilhões para modernizar aeroportos, rodovias, ferrovias e portos, dentro do Plano de Investimentos em Logística (PIL). Os projetos anunciados beneficiam 20 estados e 130 municípios. Serão destinados R$ 66,1 bilhões para rodovias, R$ 8,5 bilhões a aeroportos e R$ 37,4 bilhões nos serviços portuários. Já para as ferrovias, serão destinados R$ 86,4 bilhões.
Para ampliar o comércio exterior, o governo federal lançou o Plano Nacional de Exportações, outra ação para a retomada do crescimento da economia. Ele tem pilares como estreitamento de relações com a União Europeia, definição de 32 mercados prioritários para produtos brasileiros, financiamento e a simplificação de impostos para quem exporta no Brasil, principal reivindicação dos empresários.
Agricultura
Na área da Agricultura e Pecuária, ação de destaque é a injeção de R$ 187,7 bilhões, cerca de 20% a mais do que na última safra (R$ 156,1 bilhões) no Plano Safra 2015/2016. O foco deste ano é o fortalecimento do médio produtor, cujo setor terá aumento de crédito de 17%.
O volume recorde de R$ 28,9 bilhões para a safra 2015/2016 é outra medida de destaque na agricultura familiar. O valor é 20% maior do que foi liberado no ano passado. No plano 2015/2016, o governo vai destinar R$ 236 milhões para ações de produção sustentável, como a agroecologia, beneficiando um total de 230 mil famílias. Também haverá um foco de assistência técnica para 160 mil famílias. O microcrédito rural terá uma taxa de juros de 0,5% ao ano.
Energia elétrica 
No começo deste mês, o governo anunciou o Programa de Investimento em Energia Elétrica (PIEE), que prevê uma injeção, até 2018, de R$ 186 bilhões para a expansão da

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Economia.

Primeiro imóvel? Veja o que é importante saber antes de comprar a casa própria
Comprar a casa própria é um dos itens no topo da lista de desejos dos brasileiros e, apesar, de o crédito imobiliário ser facilitado pelos bancos, comprar um imóvel é um investimento a longo prazo que precisa de cuidados.
Comprar um imóvel requer planejamento e cuidados para não ter uma grande dor de cabeça.
© Foto: Armin Weigel/Corbis
Segundo a Imóvel Rápido, comprar um imóvel requer planejamento e cuidados para a tão sonhada casa própria não se tornar uma grande dor de cabeça.
Os juros para compra de um imóvel no Brasil são dos mais baixos do mercado, mesmo porque o próprio bem é a garantia da compra. No entanto, ainda assim, os juros são elevados. No financiamento imobiliário, as taxas variam entre 6,5% e 12%, sendo que os menores juros são para financiamentos subsidiados em programas do governo.
Confira algumas coisas que você precisa estar atento antes de comprar o primeiro imóvel:
Qual o orçamento disponível para a compra?
Planejar é um passo importante quando você está procurando seu imóvel. Buscar o melhor financiamento, a quantidade de parcelas, de quanto será a entrada.  Além disso, é necessário saber quais são as garantias de renda que você terá a longo prazo, sendo que é um grande investimento. Quando se quer comprar um imóvel, o controle financeiro deve ser maior, pois estará assumindo uma dívida para muitos anos, talvez para toda a vida; uma dica importante é nunca comprometer mais de 30% dos seus rendimentos familiares mensais com dívidas, incluindo aí a prestação da casa própria.
Defina qual é o tipo de imóvel que quer 
O tamanho do imóvel é importante, pois é preciso pensar no futuro. Ele será somente para uma pessoa? Para três? Pensar se o imóvel é usado, novo ou seminovo. Os imóveis novos tendem a ter um preço mais alto, condomínios mais baixos e maiores opções de entretenimento, como piscina, quadra poliesportiva, lavanderia, pet care, garage band entre outros.
Vai comprar um apartamento usado?
É preciso alguns cuidados. Ver se a documentação está em ordem. Se o apartamento está sem infiltração, com elétrica e hidráulica em perfeitas condições.
É importante responder algumas perguntas e anotar as especificações do tipo de móvel que está procurando:
  • Você planeja comprar um imóvel usado em qual bairro? 
  • Um apartamento de frente, de fundos ou de lado? 
  • Quantas garagens são necessárias? 
  • Varanda é necessária? 
  • Com ou sem área de lazer?
No caso de apartamento, há gastos com condomínio e, muitas vezes, esta obrigação é pesada, dependendo das facilidades e serviços oferecidos no imóvel. A questão da distância do trabalho pode ser um fator importante em função do custo do transporte, em especial em grandes cidades, o que torna a questão da localização do imóvel algo muito importante e também pode significar altos custos de transporte para o trabalho, além do tempo gasto.
O imóvel precisa atender todas as suas demandas
Por isso pense bem, avalie todas as opções, converse com um consultor ou um corretor, tire todas as dúvidas, feche o negócio somente com todas suas dúvidas sanadas.
Fonte: InfoMoney

sábado, 11 de julho de 2015

Economia

Premie grego apela a parlamentares!Governo entregou propostas detalhadas de reforma nesta quinta-feira.Sem ajuda, país poderá ter de sair da zona do euro.



O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, fez um apelo aos parlamentares de seu partido Syriza nesta sexta-feira (10) para apoiarem o plano fiscal em troca de ajuda dos credores, disse uma autoridade do governo, em uma tentativa de última hora para evitar o colapso financeiro."Estamos sendo confrontados com decisões cruciais", disse Tsipras a parlamentares segundo uma autoridade do governo. "Nós temos um mandato para conseguir um acordo melhor do que o ultimato que o Eurogrupo nos deu, mas certamente não um mandato para tirar a Grécia da zona do euro."Faltando pouco tempo para o vencimento do prazo estipulado pela comissão Europeia, o governo grego entregou propostas detalhadas de reformas para receber ajuda financeira dos europeus.O documento ainda terá que ser aprovado pelo parlamento grego, o que deve acontecer nesta seta-feira.   

sábado, 13 de junho de 2015

Economia.

Expectativa é de que no fim do ano a inflação já comece a cair, diz Levy
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou neste sábado, 13, que o governo tem trabalhado para que a inflação convirja à meta de 4,5% em 2016. Mas, para que esse objetivo seja cumprido, o ritmo de alta de preços no início do ano que vem tem de ser mais brando do que no início deste ano.
© Fornecido por Notícias ao Minuto
"Estamos trabalhando para a convergência em 2016. Para ter convergência, obviamente tem que começar 2016 com a taxa de inflação mais baixa do que tivemos nesse início de ano. Essa é a expectativa, que no fim do ano a inflação já comece a cair e chegue ao início do ano de uma maneira mais favorável, cumprindo com o objetivo de trazer a inflação para perto da meta", disse Levy ao deixar a sessão de encerramento da 73ª Plenária do Grupo dos 30, no Rio.
O patamar de inflação a que se chegará no início de 2016, porém, vai depender da política monetária e de outros fatores, afirmou Levy.
Sobre a situação da Grécia, o ministro afirmou esperar que "tudo se resolva da melhor maneira possível". "Mas a gente está preparado para qualquer circunstância", garantiu. "Temos confiança de que as coisas vão ter um encaminhamento que reflita o desejo e as possibilidades da Grécia", acrescentou.
Após o desencontro de informações entre o ministro da Saúde, Arthur Chioro, e Levy sobre uma nova CPMF, o titular da Fazenda esclareceu que o foco agora é a votação do Projeto de Lei 863/2015, que reduz a desoneração da folha de pagamento para as empresas. "Temos que diminuir a renúncia fiscal sobre a folha de pagamento. Temos que votar o PL como mandamos", disse Levy. "O projeto é muito importante para dar saúde, dar longevidade à nossa Previdência Social", acrescentou o ministro.
Ao final da entrevista, Levy foi saudado por um hóspede do hotel onde ocorria o evento, em Copacabana, na zona sul do Rio. "Ministro, parabéns pelo trabalho, força aí", disse. Com informações do Estadão Conteúdo.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Economia.

HSBC paga multa de US$ 40 milhões e encerra caso Swissleaks
ZURIQUE - Sem admitir culpa, o HSBC paga às autoridades de Genebra uma multa de US$ 40 milhões para encerrar uma investigação sobre supostos crimes de lavagem de dinheiro. Pelo acordo, nenhum processo criminal seria aberto e ninguém será preso. O valor da multa é equivalente a 0,4% do valor de mercado do banco. 
Imagem da Internet
Em fevereiro, a Justiça suíça abriu uma investigação por lavagem de dinheiro contra o banco HSBC e policiais fizeram uma operação de busca e apreensão na sede e em diversos escritórios da instituição em Genebra. O processo foi aberto depois que uma rede de jornais revelou que o banco havia ajudado 100 mil clientes de todo o mundo a abrir contas na Suíça e fugir do controle de seus países. 
Mais de 8,7 mil contas têm uma relação com clientes brasileiros, entre eles ex-funcionários da Petrobrás. Em fevereiro, a polícia de Genebra indicou que fez uma operação de busca e apreensão no banco para coletar dados, computador e documentos. A acusação era de "lavagem de dinheiro agravado". 
O procurador-geral de Genebra, Olivier Jornot, explicou que as investigações apontaram para um "déficit organizacional na luta contra a lavagem de dinheiro". Quatro denúncias foram apresentadas e o MP local conseguiu avançar em duas delas. Mas um acordo foi estabelecido.
"Chegamos a um entendimento com o banco para que pague 40 milhões de francos para Genebra por prejuízos causados", explicou. "A cifra foi calculada com base nos benefícios indevidos pelas operações julgadas mais litigiosas", indicou. Jornot indicou que o valor da multa é "o maior da história" em Genebra. 
Mas ele alertou que o crime "demonstra a debilidade da lei na Suíça sobre a entrada de fundos de origem criminosa". "É fácil dizer à Justiça para que investigue. Mas o problema é que a lei não castiga intermediários que aceitam fundos de origem duvidosa". 
Além de Genebra, Bélgica, França e Argentina também abriram processos contra o banco por lavagem de dinheiro.  
Segundo o vice-procurador de Genebra, Yves Bertossa, ficou claro pelas investigação que os funcionários do banco não identificaram de forma adequada a procedência dos fundos. Eles também não exigiram a obrigação de esclarecer situações de risco.
Para a Justiça de Genebra, o banco ainda mostrou sua " incapacidade para detectar transações suspeitas ".
Depoimentos - A Justiça de Genebra indicou que chamou funcionários e banqueiros do HSBC a prestar depoimento. Alguns deles são suspeitos de terem ajudado clientes a cometer "atos de lavagem" ou de ter participado desses crimes. 
O escândalo que ficou conhecido como Swissleaks expôs não apenas o HSBC, mas todo o sistema financeiro suíço que, por décadas, ajudou clientes de todo o mundo a trazer suas fortunas para Genebra e Zurique. 
Com as revelações, as autoridades suíças passaram a ser questionada sobre seu silêncio diante das acusações. O banco HSBC, por exemplo, insiste que essas acusações "fazem parte do passado" e que a instituição passou por uma transformação desde 2007. 
Entre os clientes destacados pelas revelações estão criminosos, traficantes de drogas e armas, ditadores, nobrezas, cantores e esportistas.
Fonte: Estadão

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Petrobras

Petrobras entra na Justiça contra empreiteiras citadas na Lava-Jato

Estatal pede ressarcimento a empreiteiras e executivos envolvidos. 
Prejuízo com corrupção é de R$ 6,194 bilhões.

A Petrobras perdeu R$ 6,194 bilhões com a corrupção e agora quer esse dinheiro de volta. Pela primeira vez, a empresa entrou na Justiça contra empreiteiras e executivos denunciados na Operação Lava-Jato. A Petrobras quer recuperar esse valor que, com multas e danos morais, pode voltar ainda maior para os cofres da empresa. A estatal é reconhecida como vítima na investigação e, por isso, está entrando com as ações contra quem praticou o crime de corrupção. O argumento da empresa é que os crimes foram praticados por funcionários, e não pela instituição, e por outras empresas.
A Petrobras já entrou com ações cíveis contra duas empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato. A estatal ainda quer mover mais ações nas próximas semanas.
No dia 30 de abril, a Petrobras entrou com a primeira ação cível contra a empresa Engevix, investigada na Operação Lava-Jato.
O pedido é que a Engevix pague quase R$ 154 milhões de ressarcimento. Caso a decisão da Justiça seja favorável à Petrobras, poderão pagar o valor a empresa Jackson Empreendimentos S/A, holding da Engevix; o vice-presidente Gerson de Melo Almada; os representantes da Engevix em contratos, Carlos Eduardo Strauch Albero, Newton Prado Junior,
e Luiz Roberto Pereira; e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.
Já na ação movida nesta sexta-feira (8) contra a Mendes Júnior Participações S/A, a Petrobras pede uma indenização de R$ 298 milhões. Nesse valor está incluído dano material e uma multa de R$ 223 milhões. Se a Justiça decidir pelo ressarcimento, poderão pagar: a empresa Mendes Júnior Trading e Engenharia S/A; o diretor vice-presidente executivo Sérgio Cunha Mendes; o diretor de Óleo e Gás, Rogério Cunha de Oliveira; o diretor vice-presidente corporativo, Ângelo Alves Mendes; o representante da Mendes Junior nos contratos com a Petrobras, Alberto Elisio Vilaça Gomes; O engenheiro da área operacional de obras e gerente de contratos, José Humberto Cruvinel Resende; e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.
Nas próximas semanas, a Petrobras entra com ações contra três empresas. Da Galvão Participações S/A, a Petrobras vai cobrar R$ 302 milhões; da OAS, R$ 282 milhões; e da Camargo Corrêa, R$ 241 milhões. 
"A Petrobras está tomando todas as medidas necessárias para a integral reparação dos prejuízos sofridos, inclusive com relação a sua reputação. Essa medida de hoje se insere em um contexto de diversas medidas que têm esse objetivo, incluindo medidas na esfera penal, quando a gente entrou com uma assistente de acusação ao lado do Ministério Público, administrativas e as medidas cíveis, que são essas das ações de improbidade. Para ter uma ideia, essas duas primeiras ações que a Petrobras está entrando o pedido é de cerca de R$ 500 milhões e já está em preparação o ingresso em mais três ações em que se objetiva o ressarcimento de cerca de R$ 800 milhões. Então, virão ainda várias outras ações contra outras empresas e outros contratos à medida que as investigações forem avançando", diz Taísa Maciel, gerente executiva da área jurídica da Petrobras.
O ex-gerente da estatal Pedro Barusco se comprometeu a depositar na conta da Petrobras parte do dinheiro desviado. O valor de R$ 157 milhões entra na conta da estatal na segunda-feira (11).
"Na segunda-feira, a Petrobras vai receber a primeira parte do dinheiro recuperado no âmbito das colaborações premiadas, que é a quantia de R$ 157 milhões do colaborador Pedro Barusco", afirma Taísa Maciel.
A GloboNews entrou em contato com a Engevix, que disse que não vai se manifestar sobre o assunto. O representante da Mendes Júnior Participações S/A disse que não tem conhecimento dessa ação e, por isso, não vai se posicionar. A defesa do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, disse que vai se aprofundar no assunto para, depois, se posicionar. 
 Fonte (G1)