Rádio Os Informantes

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sábado, 30 de abril de 2016

Pernambuco.

Quatro mortes por influenza A H1N1 foram confirmadas em Pernambuco, segundo o boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, nesta quinta-feira (28). Todas as mortes aconteceram no Recife, sendo uma na faixa etária entre 10 e 19 anos, uma na faixa etária de 40 a 49 anos e as outras duas na faixa etária de 50 a 59.
No estado, foram ainda notificados 238 casos de SRAG, com 19 confirmações de influenza A H1N1. No mesmo período de 2015, foram notificados 342 casos de SRAG, sem confirmações para a H1N1. Já nos casos de síndrome gripal, que são mais leves, foram realizadas 193 coletas, sendo 33 delas positivas para influenza A H1N1.
Ao todo, até o dia 23 de abril, foram notificados no estado 20 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) que evoluíram para morte. Sete óbitos tiveram investigação sem definição do tipo de síndrome respiratória e outros dois foram descartados para influenza, parainfluenza, adenovírus e VSR.
As outras mortes seguem sendo investigados e, segundo a secretaria,  podem ter sido provocadas por diversos vírus, como adenovírus, vírus sincicial respiratório, influenza (A H1N1, AH3 Sazonal, B e vários outros subtipos), parainfluenza (1, 2 e 3), e diversas bactérias, além de outros agentes etiológicos, como fungos.
No mesmo período de 2015, 12 casos de SRAG evoluíram para óbito, mas nenhum deles foi confirmado como H1N1.
Bebê pernambucano
A Secretaria de Saúde apontou ainda que a morte de uma criança pernambucana em São Paulo, divulgada pelo Ministério da Saúde no dia 19 de abril, não faz parte dos óbitos confirmados por H1N1 no estado porque a vítima estava há 11 meses internada em hospital de São Paulo. O órgão estadual apontou ainda que a criança contraiu a doença naquele estado e, além disso, possuía outros problemas de saúde, que provocaram o agravamento do quadro.
Vacinação
Na segunda (25), começou a vacinação dos grupos prioritários no estado. São eles: crianças entre 6 meses e menores de 5 anos (até 4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores de saúde, idosos (a partir de 60 anos), povos indígenas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional; adolescentes e jovens entre 12 e 21 anos sob medida socioeducativas, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.
Fonte(g1).

terça-feira, 5 de abril de 2016

Foi registrado em Pernambuco aumento de pessoas com vírus do H1N1

O estado apresentou 32 pacientes com gripe H1N1, sendo 8 casos graves. Dados disponibilizados pela secretaria de Saúde, os mesmo correspondem ate 28 de Março.

 Pernambuco apresenta aumento no número de casos de pessoas infectadas pelo vírus H1N1. Até o dia 26 de março deste ano, o estado registra 32 pacientes que contraíram a gripe H1N1, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde nesta segunda-feira (4). São 19 confirmações a mais que o informe anterior,  divulgado no dia 28 de março.

Dos casos confirmados, oito pacientes estão internados com a chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) ocasionada pelo H1N1. O boletim anterior trazia três casos graves dessa influenza no estado. Outras 24 pessoas com a Síndrome Gripal (SG), que é o quadro leve da gripe, tiveram resultado positivo para a influenza H1N1, 14 confirmações a mais que o último informe.

Apenas neste ano, Pernambuco apresenta 104 casos de SRAG. Em 5 deles, os pacientes chegaram a óbito. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, esses óbitos estão em investigação, “podendo ter sido provocados por diversos vírus, como adenovírus, vírus sincicial respiratório, influenza (A H1N1, AH3 Sazonal, B e vários outros subtipos), parainfluenza (1, 2 e 3), e diversas bactérias, além de outros agentes etiológicos, como fungos”, informa o boletim.

No mesmo período em 2015, 7 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave de causa não especificada tiveram evolução para óbito. Também em igual período no ano passado, foram notificados 194 casos de SRAG e realizadas 157 coletas de pacientes com Síndrome Gripal, mas não houve nenhuma.
Fonte(G1).


O que é Influenza A/H1N1 (gripe suína)?

É uma doença transmitida por um novo tipo de vírus da mesma família que transmite a gripe. A partir de agora você vai ouvir na televisão, rádio e ler nos jornais o nome Influenza A/H1N1 e não mais gripe suína.

Como é transmitida a Influenza A/H1N1?

É transmitida de pessoa para pessoa especialmente através de tosse ou espirro. Algumas pessoas podem se infectar entrando em contato com objetos contaminados. Não há registro de transmissão do novo subtipo da Influenza A/H1N1 por meio da ingestão de carne de porco ou produtos derivados.

Quais são os sintomas da Influenza A/H1N1?

São sintomas semelhantes aos da gripe comum: febre alta e tosse, mas em alguns casos também podem aparecer: dor de cabeça e no corpo, garganta inflamada, falta de ar, cansaço, diarréia e vômitos.

Quais são os sinais de agravamento?

Aparecimento de falta de ar, dores no peito, tontura, confusão mental, fraqueza, desidratação (somente um profissional pode identificar). Crianças pequenas podem ter batimento de asa do nariz (dificuldade respiratória) e se recusar a ingerir líquidos.

Qualquer pessoa pode pegar a Influenza A/H1N1?

O mundo está em alerta porque hoje em dia muitas pessoas viajam para diversos países. Se você chegou de uma viagem internacional e nos últimos 10 dias da sua chegada surgirem sintomas como febre alta (maior do que 38°C), tosse, dor de cabeça, dor no corpo, garganta inflamada, procure um serviço de saúde e informe sobre sua viagem. O médico avaliará se você é um caso suspeito ou apenas um caso em que deve ser acompanhada a evolução dos sintomas.

Se eu pegar a doença, tem tratamento?

Sim, existe remédio por via oral, indicado pela OMS que combate o vírus da Influenza A/H1N1. Outras medidas como repouso, ingestão de líquidos e boa alimentação podem auxiliar na recuperação da sua saúde. Ainda não temos uma vacina contra a Influenza A/H1N1. Os grandes institutos de pesquisa do mundo já estão trabalhando na produção de uma vacina. Os pesquisadores acreditam que será possível ter uma vacina para a Influenza A/H1N1 ainda em 2009.
Fonte (http://www.saocaetanodosul.sp.gov.br/gripe/gripe.html).
 

sábado, 26 de março de 2016

Mulher que teve Zika recebe pedido dos EUA para que espere até 2 meses para engravidar.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) lançaram novas diretrizes, nesta sexta-feira (25), sobre o tempo que homens e mulheres expostos ao vírus da zika devem aguardar antes de começarem a tentar conceber.
As mulheres diagnosticadas com o vírus da zika devem esperar ao menos oito semanas depois do início dos sintomas antes de tentarem engravidar, enquanto os homens devem esperar ao menos seis meses, segundo as recomendações das autoridades de saúde.
As diretrizes dizem ainda que tanto homens quanto mulheres que, mesmo não tendo um diagnóstico confirmado da doença, tiveram uma possível exposição ao vírus devem esperar ao menos oitos semanas.
O órgão observou que as recomendações são baseadas em dados ainda limitados sobre a permanência do vírus no sangue e no sêmen.
O vírus da zika tem sido relacionado ao aumento de casos de bebês nascidos com microcefalia no Brasil. Apesar de não haver uma prova definitiva de que o zika tem sido responsável pela microcefalia em bebês, há evidências cada vez maiores que relacionam o zika à malformação.
Oficiais do CDC observaram que conversas sobre os riscos relacionados à gravidez são difíceis e encorajaram profissionais da saúde a engajar seus pacientes nessa discussão. "Algumas mulheres e seus parceiros residentes em áreas com transmissão ativa de zika podem decidir adiar a gravidez", afirmou o CDC em um comunicado.
Fonte(Msn).

terça-feira, 1 de março de 2016

Crianças com microcefalia são abandonadas no Nordeste.

Novos casos de abandono de crianças que apresentam microcefalia foram registrados só que desta vez no Nordeste. No Rio de Janeiros três "mães" haveriam deixados seus filhos por eles apresentarem microcefalia, doença transmitida pelo vírus Zika, através do mosquito aedes aegypti, contudo nestes casos as "mães" foram convencidas a receber estas crianças de volta.

JOÃO PESSOA, RECIFE E TERESINA - Há dois meses, quando a prima do interior entregou em suas mãos o pequeno José Pedro, a balconista Alessandra Dias, de 34 anos, de Camaragibe, região metropolitana do Recife, não se impressionou com a microcefalia. “Assim que o vi, me apaixonei”, contou. O bebê faz parte de um universo ainda não dimensionado de crianças abandonadas pelas famílias após a constatação da má-formação.
Desde outubro, quando a notificação se tornou compulsória, houve 209 registros de microcefalia em Pernambuco. Por isso, Alessandra diz entender o gesto da mãe biológica. “Ela tem outros quatro filhos, um com deficiência mental. A família é muito carente e disse que não tinha como criá-lo com os cuidados necessários. Não tive dúvidas, agarrei e nunca mais vou soltar este menino. É meu filho”, disse. Casada há quatro anos e sem filhos biológicos, Alessandra e o marido, o motorista Ivan Lima, de 38 anos, que apoiou o gesto da mulher, foram à Defensoria Pública de Pernambuco para entrar com o processo de guarda oficial de José Pedro, hoje com 6 meses.
O garoto é acompanhado pela equipe médica do Instituto Materno Infantil Professor Fernando Figueira, referência no atendimento à microcefalia no Estado. “Já sabemos que ele tem problema na audição, mas a visão está normal. Estamos fazendo tudo o que os médicos mandam. Não temos medo, temos amor”, disse Alessandra.
Presente de NatalA doméstica Denise Carla, de 33 anos, também virou mãe adotiva de um bebê com microcefalia. O “presente”, como ela diz, chegou na noite do Natal: os pais biológicos da criança tinham decidido entregá-la a um abrigo, quando um amigo da família os levou até Denise. “Foi um susto, mas também uma das maiores emoções da minha vida”, conta. O bebê sofreu uma parada respiratória no parto, ficou com sequelas nas mãos e recebe tratamento no Hospital Universitário Oswaldo Cruz.
O Lar Rejane Marques, um abrigo para crianças abandonadas, na zona norte do Recife, recebeu em outubro de 2015 uma menina com microcefalia. Na ocasião, a criança tinha 13 dias e havia sido entregue a profissionais do Conselho Tutelar ainda no hospital onde nasceu. O Ministério Público de Pernambuco entrou com ação de destituição do poder familiar para abrir adoção. De acordo com o juiz Élio Braz, da 2.ª Vara da Infância, familiares da criança estão sendo ouvidos sobre a possibilidade de cuidarem da menina.
Preocupado com o aumento no abandono de crianças atingidas pela microcefalia, o psicólogo Valter Dutra alerta para a necessidade de reforçar o acompanhamento a gestantes com suspeita. “Muitas dessas mães são carentes, jovens e têm outros filhos para cuidar. O bebê com microcefalia surge como uma barreira. Algumas temem ser abandonadas pelos companheiros, como outras já foram. Estamos falando de pessoas que estão fragilizadas e por isso precisam de apoio e orientação.”
A neuropediatra Vanessa Van Der Linden Mota, uma das primeiras profissionais de saúde a identificar a epidemia de microcefalia no Estado, defende atenção total aos pacientes e familiares. “As mães precisam ser informadas para terem segurança de que seus filhos precisam de cuidados e amor e terão apoio para isso. Esse trabalho precisa chegar aos pais, irmãos, avós. A família toda precisa estar amparada por uma rede sólida de atenção profissional.” Até o dia 20, Pernambuco tinha 1.601 notificações de microcefalia com suspeita de associação ao zika vírus – 209 confirmadas.
Reportagem acompanha o trabalho de pesquisadores em Sergipe, onde permanece um mistério: O Estado tem um grande número de casos de microcefalia, mas nenhum caso confirmado de infecção por zika vírus. Cientistas querem entender porquê.
Fonte(Msn).

Mais casos de microcefalia estão aparecendo e juntamente com eles outros problemas. Um deles estar sendo o abandono destas crianças por algumas famílias em determinadas regiões, entende-se que algumas pessoas não possui renda, suporte ou estrutura para ter em sua casa uma criança com tal problema, contudo em alguns casos o que estar acontecendo que além de todos estas causas já mencionados os pais dessas crianças são jovens sem nenhum preparo ou informação sobre a doença e a situação, sem comentar que já possuem outros filhos, nestes casos há uma grande irresponsabilidade, por que claramente a doença não é algo escolhido por ninguém, existem varias maneiras de evitar em gestação e inclusive são fornecidos por o sus.

Estas crianças não pediram para vim ao mundo muito menos para nascerem com tal doença, no entanto aconteceu e por isso elas precisam ser acolhidas e terem acompanhamento (que inclusive o sus tem dado), precisam de amor e carinho para poderem crescer e se sentirem integrantes deste meio mesmo com suas diferenças. 

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Bebês com microcefalia estão sendo abandonados no Rio.

Três bebês com microcefalia foram abandonados em Madureira, bairro da Zona Norte do Rio. Mas, segundo o jornal O Globo, uma juíza da Vara de Infância e Juventude conseguiu convencer as mães a aceitarem seus bebês de volta.
O caso, segundo a publicação, motivou o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Adilson Pires, a marcar, para depois do carnaval, uma reunião com quatro juízes de Infância e Juventude.
Fonte(Msn).
Como se já não bastasse o que vem acontecendo, os problemas, as perguntas sem explicações, as pessoas ainda procuram piorar tudo isso. Apos os registros dos surtos de microcefalia em Novembro, estudos e pesquisas foram iniciadas para descobrir o que vinha provocando tal casos. Suspeitas levantaram-se sobre a possibilidade de um nono vírus ter chegado ao Brasil, ate que o primeiro caso de microcefalia relacionado ao Zika (vírus africano descoberto em 1947) ,desde então estudos mais aprofundados e pesquisas estão sendo feitos. Casos e mais casos tem sido registrados por todo o pais, e agora para complicar mais a situação que não se encontra fácil as "mães" (se é que podemos chamá-las assim) tem resolvido abandonar  crianças que nasceram com esta doença. Isto é uma falta de respeito a vida humana e uma clara demonstração de desafeto, irresponsabilidade e desumanização.  

Zika: quais rumores são verdadeiros e quais são mitos.

Se propaga mais informações infundadas do que o vírus.
Desde o momentos que as primeiras divulgações ou melhor dizendo as primeiras suspeitas de um novo vírus que era transmitido pelo mosquito Aedes aegypti  surgiu as especulações e a proliferação de noticias e afirmativas feitas sobre tal assunto quase que instantânea. O problema disso é que acaba-se causando uma confusão aos receptores de tais informações.

 - O mosquito transgênico deu origem à epidemia de zika.
MITO
Sites conspiratórios divulgam uma história segundo a qual o mosquito transgênico da empresa Oxitec, um inseto estéril criado para neutralizar fêmeas do Aedes aegypti, originou um inseto capaz de transmitir o zika. A teoria por trás da afirmação é bastante tortuosa e vaga, afirmando que mosquitos estéreis sobrevivem e se tornam "monstros". Conspiracionistas afirmam que bilionários americanos estariam por trás de um plano para aniquilar populações de países pobres.
A história não tem nenhum fundo de realidade. Alguns mosquitos da Oxitec (5%) de fato acabam gerando filhotes, mas não deixam prole de terceira geração. Mesmo que deixassem, o mosquito alterado não tem nenhuma diferença para aquele que é liberado. O zika se originou de macacos na África, e um mosquito não conseguiria gerar um vírus a partir do nada. Testes realizados até agora, além disso, indicam que a população de Aedes decresce, não aumenta, sob a presença do inseto transgênico.

- A microcefalia foi transmitida por vacinas de rubéola vencidas.
MITO
A vacina contra a rubéola é contraindicada para grávidas, e em nenhum caso registrado de microcefalia no Brasil gestantes relataram ter recebido o imunizante. A vacina é normalmente aplicada em crianças.
As autoridades de saúde no Brasil, além disso, fazem fiscalização para garantir o descarte de produtos médicos vencidos, e nenhum caso de aplicação de vacina vencida foi relatado durante o período de epidemia da zika. Segundo a Fundação Oswaldo Cruz, mesmo que a vacina vencida tivesse sido aplicada, o único problema é que ela não será eficaz contra a rubéola, e ela não oferece potencial de danos neurológicos.

- A microcefalia é transmitida por bactérias que cientistas inocularam em mosquitos.
MITO
Um projeto da Fiocruz usa bactérias do gênero Wolbachia para enfraquecer o Aedes aegypti e tem como objetivo atrapalhar sua disseminação. A Wolbachia é encontrada normalmente no ambiente, e não afeta humanos. Em outros lugares em que a tecnologia foi testada (Austrália, Vietnã e Indonésia), não houve aumento no número de casos de microcefalia.

- O zika causa danos neurológicos em crianças de até 7 anos e em idosos.
MITO
A microcefalia é um problema de desenvolvimento neurológico que ocorre em fetos e é diagnosticado em recém-nascidos. Não há evidência de que possa ocorrer em crianças de sete anos ou idosos. Essas duas faixas etárias, porém, requerem mais atenção para os sintomas de febre do zika, da mesma forma que muitas outras doenças infecciosas que por vezes são assintomáticas em adultos. Um possível problema neurológico pode ocorrer por síndrome de Guillain-Barré (veja questão sobre paralisia), que não é específica de crianças e idosos e ocorre também em adultos.

- O zika é transmitido na amamentação
INCERTEZA
O vírus já foi encontrado vírus em leite materno, mas nenhum caso suspeito de transmissão foi relatado. A Fiocruz e o Ministério da Saúde recomendam a amamentação como prática saudável e ela não deve ser desincentivada por causa da epidemia de zika, porque os benefícios superam os riscos.

- O zika é transmitido pelo beijo.
INCERTEZA
O vírus já foi encontrado em amostras de saliva, mas não se sabe se ele pode ser absorvido por esse meio por outra pessoa até chegar à corrente sanguínea. Ainda não existem casos suspeitos de infecção dessa forma.

- O zika é transmitido pelo sexo.
INCERTEZA
O vírus já foi encontrado em sêmen, e a literatura médica possui três registros prováveis de transmissão sexual do vírus. A OMS afirma que os trabalhos ainda não reuniram evidência suficiente, porém, para provar que essa forma de disseminação do vírus de fato ocorreu e que ela é preocupante. Mais estudos estão sendo feitos.

- O zika vírus causa paralisia.
INCERTEZA
A presença do zika é suspeita de elevar o número de casos da síndrome de Guillain-Barré, um evento relativamente raro que ocorre quando o sistema imune ataca o sistema nervoso, causando paralisia e outros problemas neurológicos. Estudos epidemiológicos estão sendo feitos para verificar se essa relação realmente existe, mas está claro que mesmo que o vírus esteja aumentando a incidência da síndrome, ela só ocorre em um número minoritário de casos entre infectados.

- A microcefalia vai se espalhar para todo o país.
VERDADE
O Nordeste do Brasil é considerado o epicentro do surto de microcefalia associado ao zika, mas um aumento relativo na incidência da doença também já foi notado em outros estados, com menor intensidade. A associação também já é suspeita em outros países da América Latina e no Pacífico. Nenhuma área habitada pelo Aedes aegypti, em princípio, está livre de ver casos de microcefalia associados ao zika no futuro, mesmo que não sejam muitos.

- É possível contrair zika e dengue ao mesmo tempo.
VERDADE
Já há registros de pacientes que contraíram as duas doenças em momentos diferentes e não há nada que impeça, em princípio, a infecção simultânea. Mesmo que as duas bactérias não estejam presentes em um mesmo mosquito, nada impede que alguém seja picado por dois mosquitos, cada um com um patógeno. Há ao menos um caso registrado de um homem que abrigou simultaneamente não apenas dengue e zika como também chikungunya na Colômbia.

Fonte(G1).

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Relação entre Zika e microcefalia

A diretora-geral da OMS disse ainda que uma possível relação causal entre o vírus zika e o aumento de malformações e complicações neurológicas é "fortemente suspeita, porém ainda não comprovada cientifícamente" e que é preciso garantir esforços internacionais para investigar essa correlação.

Apesar de ainda não haver uma prova científica de que o zika seja a causa do aumento de casos de microcefalia, Margaret Chan enfatizou a importância de as medidas preventivas serem tomadas desde já e não esperar até que as evidências científicas sejam conclusivas.
"Existe uma associação temporal e geográfica. Quando isso for comprovado, queremos assegurar que todas as medidas de prevenção já tenham sido tomadas", disse David L. Heymann, presidente do Comitê de Emergência, durante a coletiva de imprensa.
Heymann acrescentou que os estudos capazes de comprovar a relação entre zika e microcefalia são muito complexos e podem levar tempo, pois envolvem comparar grupos em que houve microcefalia e grupos controle, em que não houve a malformação. Algumas iniciativas de estudo com esse objetivo já estão em curso.
O encontro do Comitê e Emergência começou pouco antes das 11h15 (de Brasília). Foi uma conferência telefônica entre oito especialistas, diretores da OMS e 12 representantes dos Estados membros, incluindo o Brasil, país mais afetado.
No momento, as principais medidas de prevenção são o controle das populações do mosquito e a prevenção das picadas em indivíduos de risco, especialmente mulheres grávidas"
Margaret Chan, diretora-geral da OMS
Recomendações para grávidas
A OMS não estabeleceu nenhuma recomendação oficial de restrição de viagens para mulheres grávidas. "Se elas puderem adiar a viagem de modo que isso não afete seus compromissos, é algo que elas podem considerar. Mas se precisarem viajar, podem se consultar com seus médicos e adotarem outras medidas de prevenção, como o uso de mangas longas, calças e repelentes de mosquitos, por exemplo", disse Margaret Chan.
Como recomendações adicionais, a OMS indica que os mecanismos de detecção do zika vírus devem ser aprimorados e o desenvolvimento de um método diagnóstico mais eficaz deve ser priorizado. Além disso, as medidas de controle do mosquito vetor devem ser "promovidas de modo agressivo" para reduzir o risco de exposição ao zika.
Embora os sintomas do vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti costumem ser de pouca gravidade, o zika vírus passou a ser observado com mais atenção quando surgiram indícios que o vinculam ao número excepcionalmente elevado de casos de bebês que nascem com microcefalia.
O Brasil fez um alerta em outubro sobre um número elevado de nascimentos de crianças com microcefalia na região Nordeste. Atualmente há 270 casos confirmados e 3.449 em estudo, contra 147 em 2014.
O país notificou em maio de 2015 o primeiro caso de doença pelo vírus zika. Desde então, "a doença se propagou no país e também em outros 22 países da região", aponta a OMS.
Fonte(G1).

Oms declara: Zika e Microcefalia são emergências de saúde internacional.

Nesta Segunda-feira(01-02-16) a Oms declarou que a disseminação da Zica vírus e sua provável ligação com casos de microcefalia tornaram-se uma emergência de saúde publica internacional.

Após primeira reunião do comitê de emergência sore Zika vírus, foi realizado o anunciou  em uma coletiva de imprensa em Genebra.

"O grupo foi convocado na semana passada, quando o órgão demonstrou preocupação com a “propagação explosiva” do vírus e estimou que o número de casos nas Américas pode chegar a 4 milhões este ano.

Segundo Margaret Chan, diretora-geral da OMS, o Comitê de Emergência considerou que o aumento de casos de microcefalia e outras complicações neurológicas no Brasil e também na Polinésia Francesa e sua possível relação com o zika vírus consistem em uma situação extraordinária e uma ameaça para a saúde pública de outras partes do mundo.
A OMS afirmou que é necessária uma resposta internacional coordenada para fazer frente ao zika. Margaret Chan disse que a falta de vacina e testes confiáveis, além da falta de imunidade na população de países afetados recentemente são fatores de preocupação."

sábado, 30 de janeiro de 2016

Pais estar perdendo a "guerra" contra a Aedes, afirma Dilma e pede mobilização nacional.

A presidente Dilma Rousseff admitiu nesta sexta-feira, 29, que o governo está "perdendo a luta" contra o mosquito Aedes aegypti, mas garantiu que o País vai vencer a "guerra". "Nós estamos perdendo a luta contra o mosquito. Não vou dizer que estamos ganhando, mas nós vamos ganhar esta guerra", disse Dilma após participar de uma teleconferência com governadores de cinco Estados que enfrentam o aumento do número de casos de dengue, zika vírus e febre chikungunya.
Ao lado do ministro da Saúde, Marcelo Castro, a presidente disse que não viu problema nas recentes declarações do peemedebista, porque ele fez apenas uma "constatação da realidade". No início da semana, Castro afirmou que o Brasil "perdeu feio" a batalha contra o Aedes aegypti e disse que houve uma "certa contemporização" com o inseto nos últimos 
Dilma afirmou que, como ainda não há uma vacina contra a dengue e o zika, o ideal é que haja uma mobilização de toda a sociedade para eliminar água parada e erradicar os criadouros do mosquito. Segundo ela, o próprio governo vai dar o exemplo e realizar nesta sexta um mutirão de faxina em todos os prédios públicos. "Temos que matar o mosquito de preferência antes de ele nascer. Depois podemos fazer o fumacê, mas aí já perdemos uma parte da guerra", reforçou.

Mesmo com a necessidade de ajuste nas contas, Dilma afirmou que o governo vai garantir todos os recursos e equipamentos necessários para combater o avanço da epidemia. "Não pode faltar dinheiro para essa questão, essa despesa da saúde não sofre contingenciamento", afirmou.

A presidente negou ainda que o governo tenha demorado para enfrentar o problema e destacou que a situação preocupa não só no Brasil, já que podemos estar diante de uma "situação internacional que ameaça a saúde pública". Na quinta-feira, a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que o zika vírus já atinge 23 países e que a doença "se propaga de maneira explosiva".

Fonte (Msn).

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Mosquito transgênico reduziu população de Aedes em teste em SP

Empresa diz que inseto diminuiu em 82% larvas em bairro de Piracicaba.
Cidade no interior paulista deve abrigar nova fábrica que produz inseto.
A empresa britânica Oxitec anunciou nesta terça-feira (19) que seu mosquito geneticamente modificado conseguiu reduzir em 82% a quantidade de larvas do mosquito Aedes aegypti espalhadas por um bairro de Piracicaba (SP). A cidade vive um de seus maiores surtos de dengue, mas no bairro de Cecap/Eldorado, apenas um caso foi registrado em 2015, contra 133 no ano anterior.
O mosquito produzido pela empresa, com o nome comercial de “Aedes do bem”, possui uma alteração genética que torna sua prole estéril. O macho de DNA alterado, quando liberado, busca uma fêmea para fecundá-la e produz um ovo infértil, barrando a oportunidade de machos selvagens se reproduzirem.
Os mapas dos níveis de infestação mostram que as liberações contínuas do 'Aedes do bem' estão prevenindo a explosão populacional do mosquito selvagem que, em geral, acompanha a estação chuvosa"
Glen Slade, diretor da Oxitec no Brasil
Durante o período de uso da tecnologia em Piracicaba, 25 milhões de mosquitos machos estéreis foram liberados no bairro alvo do programa. Os mosquitos, segundo a empresa, não contribuem para a transmissão da dengue e outras doenças, porque só a fêmea do Aedes aegypti pica.
O anúncio do sucesso do projeto ocorre em um evento que começou às 10h na praça José Bonifácio. A prefeitura da cidade anuncia que decidiu prorrogar por mais um ano o projeto com o inseto transgênico no Cecap e pretende estender a ação para o centro do município.
Segundo o prefeito, a cidade ganhará uma nova unidade de produção dos insetos com capacidade de atender uma população de 300 mil pessoas. A Oxitec já tem uma unidade em Campinas.
Tecnologia
A tecnologia do OX513A foi desenvolvida em 2002 por cientistas da Universidade Oxford (Reino Unido), que depois criaram a Oxitec. No laboratório, ovos dos Aedes aegypti receberam uma microinjeção de DNA com dois genes, um para produzir uma proteína que impede seus descendentes de chegarem à fase adulta na natureza, chamado de tTA, e outro para identificá-los sob uma luz específica.
Isso permite que, em condições controladas, a fábrica consiga fazer com que o inseto geneticamente modificado se reproduza. Uma vez solto no ambiente, porém, o macho se torna infértil.
O “Aedes do bem” é transgênico porque tem DNA alterado e possui material genético de outras espécies de organismo.
Testes iniciados em 2011 na cidade de Juazeiro, na Bahia, mostraram redução acima de 80% na população selvagem. Alguns experimentos apontaram resultados de 93% de redução do Aedes aegypti que vive na natureza. O uso dos insetos da Oxitec no Brasil foi feito em parceria com a organização Moscamed.
Como funciona
O objetivo da Oxitec é ser contratada pelo poder público para fornecer um pacote de serviços, que vai desde o treinamento de agentes públicos ao combate de possíveis epidemias de dengue.
A empresa já obteve aval da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para operar, porque a metodologia foi considerada segura. A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), porém, ainda não concedeu autorização para comercialização do serviço, por isso a capacidade da Oxitec para fechar negócios ainda é limitada.
Fonte (G1).

sábado, 16 de janeiro de 2016

Atendimento e resposta ao consumidor terão prazos para os planos de saúde.

Planos de saúde - GNews (Foto: Reprodução GloboNews)Objetivo é melhorar atendimento
(Foto: Reprodução GloboNews)
As medidas entrarão em vigor no dia 15 de maio.
Operadoras devem prestar imediatamente informações e orientações.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) criou novas regras para melhorar o atendimento prestado pelas operadoras de planos de saúde nos pedidos de procedimentos e serviços de cobertura assistencial. Basicamente as novas regras atingem o atendimento telefônico e presencial, respostas a solicitações de procedimentos e serviços e penalização às operadoras.
As medidas entrarão em vigor no dia 15 de maio e estabelecem prazos para a prestação de informações ao consumidor, disciplinando o atendimento, e obrigam as operadoras a disponibilizar canais de contato presencial e telefônico.

As operadoras devem prestar imediatamente aos seus beneficiários as informações e orientações sobre o procedimento ou serviço assistencial solicitado, esclarecendo se há cobertura prevista no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS ou no contrato.

Também estabelece a implantação de unidade para atendimento presencial funcionando em horário comercial durante os dias úteis nas capitais dos estados ou regiões de maior atuação dos planos, exceto para as operadoras de pequeno porte, as exclusivamente odontológicas, as filantrópicas e autogestões.
As empresas de grande porte também terão que oferecer atendimento telefônico ao consumidor durante 24 horas, sete dias por semana, e as de médio e pequeno porte, as exclusivamente odontológicas e filantrópicas deverão ter canal telefônico para atendimento em horário comercial nos dias úteis.
Para assegurar o atendimento aos casos de urgência e emergência, todas as operadoras deverão disponibilizar atendimento telefônico 24 horas, todos os dias da semana.

A resolução exige ainda que sempre que houver solicitação de procedimento ou serviço de cobertura assistencial deverá ser fornecido número de protocolo no início do atendimento ou logo que o atendente identifique que se trata de demanda que envolva cobertura assistencial.

Em caso de descumprimento das regras previstas na resolução normativa, a operadora está sujeita a multa de R$ 30 mil. Caso a infração venha a se configurar em negativa de cobertura, a operadora também estará sujeita a multa – nesse caso, os valores vão de R$ 80 mil a R$ 100 mil.

Prazos
De acordo com a ANS, nos casos em que não seja possível dar uma resposta imediata à solicitação de procedimento ou serviço de cobertura, as operadoras terão prazo de até cinco dias úteis para responder diretamente aos beneficiários.

Caso a resposta apresentada negue a realização de procedimentos ou serviços solicitados, deve ser informado detalhadamente o motivo e o dispositivo legal que o justifique. Nas solicitações de procedimentos de alta complexidade ou de atendimento em regime de internação eletiva, o prazo para resposta é de até 10 dias úteis. Já para procedimentos de urgência e emergência, a resposta deve ser imediata (veja mais informações abaixo).

Nos casos de solicitação de procedimentos ou serviços em que os prazos máximos para garantia de atendimento sejam inferiores a 5 dias, a resposta da operadora ao beneficiário deverá se dar dentro do prazo previsto na Resolução Normativa n° 259, de 2011.

O consumidor também poderá pedir o envio dessas informações por escrito em até 24 horas e requerer reanálise da sua solicitação, que será avaliada pela Ouvidoria da empresa. Com isso, ele tem a oportunidade de recorrer da negativa dentro da própria operadora. Se a empresa dificultar ou tentar impedir essa reanálise, será configurada infração por não observância às regras sobre atendimento aos beneficiários nas solicitações de cobertura assistencial.

Acesso aos dados
As operadoras deverão arquivar, pelo prazo de 90 dias, e disponibilizar, em meio impresso ou eletrônico, os dados do atendimento ao beneficiário, identificando o registro numérico de atendimento, assegurando a guarda, manutenção da gravação e registro.

O beneficiário poderá requerer que as informações prestadas sejam encaminhadas por correspondência ou meio eletrônico, no prazo máximo de 24 horas. Caso solicitem, também poderão ter acesso aos registros de seus atendimentos, em até 72 horas a contar da realização do pedido.

Veja o prazo máximo de atendimento por procedimentos (já em vigor):
Consulta básica - pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia - 7 dias
Consulta nas demais especialidades – 14 dias
Consulta/ sessão com fonoaudiólogo – 10 dias
Consulta/ sessão com nutricionista – 10 dias
Consulta/ sessão com psicólogo – 10 dias
Consulta/ sessão com terapeuta ocupacional – 10 dias
Consulta/ sessão com fisioterapeuta - 10 dias
Consulta e procedimentos realizados em consultório/ clínica com cirurgião-dentista – 7 dias
Serviços de diagnóstico por laboratório de análises clínicas em regime ambulatorial – 3 dias
Demais serviços de diagnóstico e terapia em regime ambulatorial – 10 dias
Procedimentos de alta complexidade (PAC) – 21 dias
Atendimento em regimento hospital-dia – 10 dias
Atendimento em regime de internação eletiva – 21 dias
Urgência e emergência – imediato
Consulta de retorno - a critério do profissional responsável pelo atendimento

Fonte (G1).

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Saúde (Degue)

Anvisa aprova vacina contra a dengue

Vacina não protege contra os vírus Chikungunya e Zika, diz Anvisa.
'Dengvaxia' já tinha sido aprovada no México e nas Filipinas.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o registro da vacina contra a dengue produiza pela Sanofi, divisão da Sanofi Pasteur. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (28) no Diário Oficial da União.

Na prática, fica comprovada a segurança e a eficácia da vacina. Com isso, a empresa poderá comercializar a 'Dengvaxia', que já tinha sido aprovada no México e nas Filipinas no início deste mês, de acordo com a Reuters. Essa é a primeira vacina contra a doença a ser aprovada no Brasil.

A vacina é considerada eficaz na prevenção dos quatro tipos de dengue e poderá ser aplicada em pessoas de 9 a 45 anos, segundo comunicado divulgado pelo laboratório.

No momento não há dados suficientes para a comprovação da segurança de uso da vacina em  indivíduos  menores de 9 anos de idade, principalmente na faixa etária de 2 a 5 anos, bem como para os brasileiros maiores que 45 anos. O esquema de vacinação aprovado foi o intervalo de seis meses entre as doses, segundo a Avnisa.

De acordo com a Sanofi, o laboratório está pronto para colocar a vacina no mercado nos próximos meses, mas esse prazo vai depender de negociações como as autoridades brasileiras. Um dos próximos passos é a definição do preço da vacina.
A decisão de fornecê-la no Sistema Único de Saúde é do Ministério da Saúde, que levará em conta fatores como a relação entre custo, efetividade e impacto orçamentário.
Anvisa alerta, no entanto, que a vacina não protege contra os vírus Chikungunya e Zika, transmitidos pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegyti. 

A contaminação pelo zika vírus está relacionada a uma série de casos de microcefalia. Segundo o Ministério da Saúde, 134 casos de microcefalia foram registrados desde o início do ano no país.
De acordo com a empresa, a 'Dengvaxia' reduziu as contaminações por dengue em dois terços dos participantes analisados e evitou oito de dez hospitalizações devido à doença e até 93 % dos casos de dengue severa.
Os documentos que foram apresentados pela empresa farmacêutica em março e, desde então, eram analisados pela Anvisa.

Eficácia contra dengue
Estudos clínicos demonstraram que a vacina foi capaz de reduzir em 60,8% o número de casos de dengue em um estudo que envolveu quase 21 mil crianças e adolescentes da América Latina e Caribe. Em outro estudo, feito com mais de 10 mil voluntários da Ásia, a vacina conseguiu reduzir em 56% o número de casos da doença.

Outro estudo, feito a partir de uma análise combinada dos testes clínicos na Ásia e na América Latina, concluiu que a vacina é mais eficaz a partir dos 9 anos de idade. A partir dessa faixa etária, a vacina é capaz de proteger 66% dos indivíduos contra a dengue.
Fonte (G1).

sábado, 26 de dezembro de 2015

Brasil (Rio De Janeiro).

Hospitais do RJ voltam a atender sem restrição, diz boletim; veja a situação

Alguns funcionários, no entanto, aguardam salários atrasados.
Em algumas unidades, pacientes menos graves são encaminhados a UPAs.


O atendimento nos hospitais e maternidades estaduais do Rio de Janeiro vai voltando ao normal após o repasse de quase R$ 300 milhões para a saúde. Nesta sexta-feira (25), todas as grandes unidades estavam com as emergências abertas, sem restrições, como mostrou lista exibida no RJTV.

A Secretaria de Estado de Saúde informa que os hospitais estaduais Rocha Faria, Albert Schweitzer, Carlos Chagas, Getúlio Vargas, Adão Pereira Nunes, Azevedo Lima, Alberto Torres, Hospital da Mulher Heloneida Studart, Hospital da Mãe e Melchíades Callazans estão funcionando normalmente.
"No entanto, vale ressaltar que se tratam de unidades de urgência e emergência, pacientes de baixa complexidade (considerados verdes e azuis) - seguindo o perfil da unidade -  serão encaminhados para UPAs e/ou unidades de atenção básica. Todos os pacientes serão atendidos considerando sua classificação de risco, dos mais graves para os menos graves", diz a nota.
Alguns funcionários, como no Hospital Getúlio Vargas, ainda aguardam salários atrasados. Em UPAs também há problemas no atendimento, como flagrou o RJTV (veja no vídeo acima).
Veja como se encontra a saúde:
  • Hospital Rocha Faria, em Campo Grande – Tudo aberto. Pacientes sem gravidade são encaminhados para a UPA de Campo Grande.
  • Hospital Getúlio Vargas, na Penha – Tudo aberto. Pacientes são encaminhados para a UPA da Penha – salário de outubro foi pago, mas está sendo aguardado o de novembro.
  • Hospital Albert Schweizer, em Realengo – Tudo aberto. Pacientes são encaminhados para a UPA de Realengo.
  • Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes – Tudo aberto. Pacientes sem gravidade são encaminhados para a UPA de Marechal Hermes.
  • Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias – Tudo aberto. Pacientes sem gravidade são encaminhados para o Hospital Municipal Moacyr do Carmo.
  • Hospital Azevedo Lima, em Niterói – Tudo aberto*.
  • Hospital Alberto Torres, em São Gonçalo – Tudo aberto. Pacientes sem gravidade são encaminhados para o Pronto Socorro de São Gonçalo*.
  • *Unidades de Pronto Atendimento com restrições:
  • - UPAs São Gonçalo I e São Gonçalo II estão restritas aos casos mais graves.  Atendimento de menor complexidades estão sendo orientados a buscar atendimento no Pronto Socorro de São Gonçalo. Endereço: Praça Estephânia de Carvalho – s/n – São Gonçalo.
- UPA Itaboraí – O atendimento de clínica médica está funcionando normalmente. Porém, o atendimento pediátrico está restrito aos casos mais graves. Os casos menos graves, estão sendo orientados a buscar atendimento no Hospital Municipal Leal Júnior. Endereço: Avenida Pref Alvaro de Carvalho Junior, S/N, Nancilandia - Itaboraí.
Fonte (G1).