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sábado, 27 de fevereiro de 2016

No Afeganistão dois atendados suicidas deixam mortos.

Dois atentados acorridos neste Sábado dia 27-02-16, onde
um ocorreu perto do Ministério de Defesa do Afeganistão, em Cabul e o outro ou leste do pais em um mercado na província de Kunar.
Feridos em atentado em mercado de Kunar, no Afeganistão, foram levados para hospital (Foto: Parwiz/Reuters)Feridos em atentado em mercado de Kunar, no Afeganistão, foram levados para hospital (Foto: Parwiz/Reuters

Foi revindicado por talibã, a autoria do ataque ocorrido nas 

proximidades do Ministério de Defesa. "Doze pessoas, entre 

ela dois soldados afegãos, morreram e outras oitos ficaram 

feridas", afirmou ministério, contudo os dois atentados já 

somam 25 mortos. 

O suicida responsável por acionar explosivos encontrava-se 

 a pé e teria acionado os mesmo na hora em que os 

funcionários saim do trabalho.


Segundo analistas: "o talibã multiplica os atentados na capital 

para influenciar eventuais negociações de paz com 

autoridades afegãs, suas inimigas desde que foi expulso do 

poder, em 2001.".
 
Em Asadabab, província de Kuan, ocorreu um ataque contra 

um líder tribal que era contra os rebeldes, segundo o governo 

e o subchefe policial provincial. 

O suicida (Wahidullah Kalimzai) segundo o governo estaria de moto na 

entrada no complexo governamental na hora em que explodiu-

se o explosivo."A maioria das vítimas eram civis e crianças 

que estavam passando ou brincando no parque", afirmou 

assim o governo.

"O líder tribal Haji Khan Jan morreu no atentado, que aconteceu em frente a um mercado e foi realizado por um suicida que circulava na motocicleta. Ele esteve envolvido em diversas operações contra o Talibã no distrito no ano passado.
Estes ataques coincidem com as tentativas do Afeganistão, China, Paquistão e Estados Unidos de reativar negociações de paz com os rebeldes talibãs."

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Os Simpsons, fazem satira a candidatos á presidência

Um clipe de “Os Simpsons” satiriza oito pré-candidatos à eleição presidencial dos EUA. Dois democratas e seis republicanos aparecem em “The Debateful Eight”, uma referência a “The hateful eight”, nome em inglês do filme “Os oito odiados”, de Quentin Tarantino. Assista ao vídeo (em inglês).

Tudo começa quando Margie acorda passando mal após um pesadelo com a falta de civilidade na disputa presidencial deste ano. Homer tenta acalmá-la e sugere que ela imagine um mundo onde todos os rivais são amigáveis uns com os outros.

O plano dá certo por alguns segundos, com todos juntos no palco cantando a música “How sweet it is (To be loved by you)", enquanto Donald Trump dá um show de dança. O clima, porém, é quebrado quando Ted Cruz joga Hillary Clinton no chão.

Na sequência Trump diz que só ele se saiu bem, chamando os adversários de idiotas e afirmando que Cruz é canadense. John Kasich, com uma faixa de “eu sou o cara legal” entra na briga e acerta um soco em Cruz, enquanto Marco Rubio prova ser um robô – repetindo a frase sobre Obama que usou três vezes durante o último debate republicano.

A violência continua com Jeb Bush, que desistiu de concorrer à indicação no último sábado (20), acertando um chute em Trump, enquanto Hillary tenta enforcar seu rival democrata Bernie Sanders com um colar de pérolas.

Apesar da confusão, no entanto, Margie parece mais tranquila ao fim do vídeo, dizendo que quer ver quem ganha. “Todos nós queremos, querida, todos nós queremos”, responde Homer Simpson.


Fonte(G1).

Pré-candidatos republicanos e democratas cantam juntos em cena de 'Os Simpsons' (Foto: Reprodução/Youtube)Pré-candidatos republicanos e democratas cantam juntos em cena de 'Os Simpsons' (Foto: Reprodução/Youtube)

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Economia a Argentina.

A inflação de 2015 na Argentina ficou em torno de 30%, segundo índices regionais de referência divulgados nesta segunda-feira (25) no Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec), à espera de um indicador único cuja elaboração demorará pelo menos oito meses.
Os números de referência são os da cidade de Buenos Aires, que em 2015 teve uma inflação de 26,9% e o da província de San Luis (centro-oeste), que ficou em 31,6%.
Ambos foram estabelecidos como indicadores de referência até que o Indec conclua a elaboração de uma nova metodologia de medição da evolução dos preços.
Em meados de janeiro, o Indec informou que a Argentina voltará a publicar índices como o que mede o Produto Interno Bruto (PIB) em 180 dias, mas demorará pelo menos oito meses para voltar a publicar a inflação nacional.
As autoridades acreditam que o índice de pobreza deve ficar pronto para 2017.
O índice de inflação da cidade de Buenos Aires registrou um aumento de 3,9% em dezembro em relação ao mês anterior, enquanto que o de de San Luis ficou em 6,5% no mesmo período.
Transição de governos
A normalização do Indec foi uma das promessas de campanha do presidente Mauricio Macri, que assumiu em 10 de dezembro à frente de um governo de direita.
Ao apresentar um programa de metas em matéria econômica, o ministro apontou que, "para 2017, a inflação ficará entre 12% e 17% e, para concluir, 2019 terá inflação de um dígito, de 5%".

Depois de acusar o governo Cristina Kirchner (2007-2015) de deixar "um Estado vazio", com um alto déficit fiscal de 5,8%, o ministro disse que a Argentina "tem oito anos de inflação acima dos 20%".
Macri, um homem pró-mercado, anunciou que uma equipe de seis ministros e um coordenador para cuidar da economia: Fazenda e Finanças, Produção (ex-Indústria), Infraestrutura (ex-Planejamento), Agricultura e as novas pastas de Energia e do Transporte.

O novo governo assumirá um país sem dívidas e com baixo desemprego (5,9% no terceiro trimestre de 2015), mas com temas críticos como a inflação, a restrição cambial (banda cambial), a queda das reservas (abaixo de 26 bilhões de dólares) e a desconfiança nas estatísticas oficiais.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Mundo

Jovem é detido por planejar ataque no fim de ano nos EUA

As autoridades americanas anunciaram nesta quinta-feira a detenção e o indiciamento de um jovem de 25 anos acusado de querer lançar um atentado terrorista no fim do ano no norte do estado de Nova York, segundo o Departamento de Justiça.
Emanuel Lutchman, de 25 anos, "planejava cometer um ataque armado contra civis em um bar/restaurante situado em Rochester, Nova York, hoje (quinta-feira), véspera de Ano Novo, em nome do (grupo) Estado Islâmico" (EI), afirmou esta fonte em um comunicado, citando documentos do processo.
A cidade de Rochester, de 200.000 habitantes, se encontra sobre o lago Ontario, na fronteira com o Canadá.
Lutchman foi apresentado nesta quinta-feira ante a juíza federal Marian Payson do distrito oeste de Nova York e pode ser condenado a até 20 anos de prisão caso seja considerado culpado da acusação de "tentativa de fornecer apoio material ao grupo Estado Islâmico".
As autoridades de Nova York afirmaram que não existe ameaça confiável contra a cidade, mas reforçaram a segurança para as celebrações da chegada do ano novo na Times Square, que costumam reunir até um milhão de pessoas.
Após os atentados de 13 de novembro em Paris que deixaram 130 mortos, um vídeo do EI, que reivindicou estes ataques, mostrou imagens de Nova York, entre elas da Times Square, como suposto alvo destes atentados.
fONTE (Msn)

sábado, 14 de novembro de 2015

França

Em imagens: Paris acorda de pior pesadelo desde 2ª Guerra

A França viveu na sexta-feira o dia mais violento desde a 2ª Guerra Mundial.
Mais de 120 pessoas morreram e pelo menos 180 ficaram feridas - 99 em estado crítico.
BBC Brasil selecionou algumas fotos dos ataques, a bomba e tiros, todos realizados simultaneamente em Paris.
Reuters: Velas com as cores da bandeira da França foram colocadas perto da casa de shows Le Bataclan, onde pelo menos 80 pessoas morreram
© Copyright British Broadcasting Corporation 2015


AFP: Pelo menos 180 pessoas ficaram feridas - 99 estão em estado grave
© Copyright British Broadcasting Corporation 2015


AFP: Grupo autodenominado 'Estado Islâmico' reivindicou autoria dos ataques
© Copyright British Broadcasting Corporation 2015

AFP: Presidente da França, François Hollande, disse que os ataques foram um 'ato de guerra' e que foram planejados fora da França, mas com ajuda interna
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BBC: Diversas cidades pelo mundo usaram as cores da bandeira da França para se solidarizar com as vítimas do ataque. Na foto, o Cristo Redentor
© Copyright British Broadcasting Corporation 2015
Reuters: CN Tower, em Toronto, no Canadá
© Copyright British Broadcasting Corporation 2015
França reforçou policiamento nas fronteiras; na foto, controle em Estrasburgo, perto da Alemanha, na manhã desta sábado
© Copyright British Broadcasting Corporation 2015

AFP: Segurança foi reforçada em frente à catedral de Notre Dame, um dos pontos turísticos mais famosos de Paris
© Copyright British Broadcasting Corporation 2015

Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Mundo (Estados Unidos e Japão).

EUA lançam ataque aéreo contra o jihadista 'John' na Síria

Terrorista matou dois jornalistas americanos e um japonês, entre outros.
Ainda há dúvidas sobre morte do carrasco britânico do Estado Islâmico.


Os Estados Unidos lançaram nesta quinta-feira (12) um ataque aéreo com drones na Síria que teve como alvo o cidadão britânico Mohammed Emwazi, conhecido como "Jihadi John", que apareceu em vários vídeos de decapitações do Estado Islâmico (EI), informou o Departamento de Defesa dos EUA.
O porta-voz Peter Cook não informou se Mohamed Emwazi morreu, afirmando apenas que "os resultados da operação realizada durante a madrugada estão sendo avaliados e informações adicionais serão dadas quando for apropirado", segundo comunicado.
Entretanto, as redes de televisão americanas "ABC News" e "CNN" afirmaram que, segundo fontes do alto escalão do governo americano, "Jihadi John" morreu nos ataques. Fontes militares deram a mesma informação à "BBC".
Segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, um importante membro britânico do Estado Islâmico e três outros militantes estrangeiros foram mortos nos ataques aéreos.
"Um carro que levava quatro líderes estrangeiros do Estado Islâmico, incluindo um jihadista britânico, foi atingido por ataques aéreos dos EUA perto do edifício do governo da cidade de Raqqa", disse Rami Abdulrahman, diretor do grupo de monitoramento sediado na Grã-Bretanha, à Reuters.
Todas as fontes no local estão dizendo que o corpo de um importante jihadista britânico está em um hospital de Raqqa. Todas as fontes estão dizendo que é Jihadi John, mas não posso confirmar pessoalmente", acrescentou.
O governo britânico ainda não sabe se "Jihadi John" morreu no ataque, afirmou o primeiro-ministro David Cameron.
"Ainda não temos certeza do sucesso do ataque" contra Mohammed Emzawi, mas a morte "desse assassinoi bárbaro seria um golpe no coração do Estado Islâmico", afirmou Cameron em uma breve declaração.
Ataque.
O Pentágono informou que o bombardeio foi realizado em Raqa, capital de fato da organização extremista no norte da Síria.
A cadeia CNN e o jornal Washington Post, citando dirigentes americanos, afirmam que o ataque foi realizado com um drone e que o objetivo foi identificado vários dias antes pela inteligência americana.
"Jihadi John" apareceu nos vídeos do EI que mostravam os assassinatos dos jornalistas americanos Steven Sotloff e James Foley, do voluntário americano Abdul-Rahman Kassig, dos voluntários britânicos David Haines e Alan Henning, e do jornalista japonês Kenji Goto.
"Emwazi, um cidadão britânico, participou em vídeos que mostram os assassinatos dos jornalistas americanos Steven Sotloff e James Foley, do voluntário americano Abdul-Rahman Kassig, dos voluntários britânicos David Haines e Alan Henning, do jornalista japonês Kenji Goto e outros inúmeros reféns", detalha o departamento de Defesa.
De acordo com essa fonte, Emwazi teria sido atacado em Raqa no momento em que deixava um edifício e entrava em um veículo.
Emwazi, um programador de informática de Londres, nasceu no Kuwait, em uma família apátrida de origem iraquiana.
Seus pais imigraram para a Grã-Bretanha em 1993 depois que seus pedidos de cidadania kuwaitiana fracassaram.
Jihad John matou jornalistas e voluntários (Foto: Reuters / SITE Intel Group) Jihad John matou jornalistas e voluntários (Foto: Reuters / SITE Intel Group)
Fonte (G1).