Em Belo Horizonte, além do questionamento nas ruas, o aumento da passagem é alvo de ações na Justiça. A Defensoria Pública de Minas Gerais divulgou nesta sexta-feira (8) que ajuizou uma Ação Cautelar Incidental com o objetivo de suspender a alta. De acordo com o órgão, o novo reajuste não poderia ocorrer, já que a última elevação de preços, posta em prática em agosto, é questionada na Justiça.
No começo da semana, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) já havia apresentado à Justiça outra ação. A promotoria não concorda com o fato de o cálculo para o reajuste ter incidido sobre a tarifa que começou a valer em agosto e a inflação considerada ser a dos últimos 12 meses.
O MPMG pede, liminarmente, a suspenção da portaria que autorizou os novos preços até que a sentença seja proferida ou que o cálculo seja refeito, sob pena de multa diária de R$ 10 milhões.
Em coletiva de imprensa nesta sexta, o presidente da Empresa de Transportes e Trânsito (BHTrans) comentou brevemente a polêmica. "O que nós tínhamos que fazer era cumprir o contrato e o cumprimos. Se está correto, se não está, se está certo – nós achamos que está –, é uma questão que a Justiça vai decidir", disse.
Manifestantes fecham Avenida Afonso Pena, no Centro de Belo Horizonte, contra aumento das tarifas de ônibus (Foto: Reprodução/TV Globo)Fonte(G1)
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